quarta-feira, 23 de novembro de 2016

SALVADOR DA PÁTRIA PARA O BRASIL: CONTRATAR O SÁBIO ÁRABE BEREMIZ: O HOMEM QUE CALCULAVA

Para salvar e tirar o Brasil da atual crise – econômica, política e social – seria necessário importar o sábio árabe, nos moldes de um BEREMIZ, aquele que o Malba Tahan fala no livro  “O Homem que Calculava”, de procedência árabe, e, não Michel Temer, que por sua vez é descendente de migrantes libaneses, da cidade de Btaaboura, onde saiu sua família para o Brasil e este não sabe ainda fazer milagres.

Presidente Michel Temer pede calma para promover as reformas.
Agora não é hora de fazer mágica. 

O Brasil está necessitando mesmo é de um salvador da pátria, uma espécie de um mágico e ilusionista nos moldes de um HARRY HOUDINI -- com poderes sobrenaturais --, capaz de diminuir as desigualdades entre ricos e pobres, entre negros, pardos, amarelos e brancos; promover uma educação de qualidade e realizar um pacto social suficiente para reduzir significativamente a criminalidade desenfreada e erradicar a corrupção disseminada em todos os níveis da pirâmide social, em especial no serviço público; colocar atrás das grades políticos e empresários desonestos e corruptos e, assim, promover o crescimento econômico, com produção de alimento, com geração de emprego e renda, inclusão social e segurança alimentar.  

            Existem várias vertentes e tendências políticas que quando embalados no esplendor das suas paixões perdem as noções e os limites onde possam atingir, tais como:  

·  Para os petistas, uma meia dúzia de vermelhos –  um pouco mais de uns quatro gatos pingados -- que acredita piamente que não seria muito difícil retirar a carta da manga da camisa e encontrar o candidato ideal para salvar o Brasil, uma vez que o país dispõe de uma liderança viva – Luiz Inácio Lula da Silva, com saúde política capaz de chegar a eleição de 2018 e disputar com chances de ganhar a eleição e salvar uma população à beira do caos, mergulhada numa crise sem precedentes em toda a sua história política.

·  Um de nossos leitores da Coluna Espinha na Garganta ao ler esta matéria antes de sua publicação falou em tom de humor: “Para que o pensamento dos petistas se concretizem, estes ferrenhos correligionários da candidatura LULA/2018, deveriam fazer uma consulta ao Juiz Federal Sérgio Moro para ver se ele está de acordo” considerando que Lula é alvo da Lava Jato.

Luiz Inácio Lula da Silva: 
‘Não tem uma viva alma mais honesta do que eu’, afirma Lula.

·   Para os tucanos, o PSDB mesmo sendo presidido pelo Senador Aécio Neves,  está ocorrendo uma revoada rumo à candidatura do atual governador de São Paulo, Geraldo Alkmin, justificado pela comprovação de sua popularidade, em alta,  com comprovação,  a toda prova, com os resultados das eleições para prefeitura de São Paulo, através de candidato  João Dória Júnior,  que com um slogan simples “ Eu não sou político, sou um administrador”, conseguiu uma façanha --  fazer  um verdadeiro straike e vencer as ex-prefeitas  de São Paulo, atual senadora Marta Suplicy (PMDB),  e Luiza Erundina (PSOL),  o atual prefeito Fernando Haddad (PT) e o sempre prefeitável Celso Hussomanno (PRB),  com um percentual avassalador, de 53,59% dos votos válidos.
Governado de São Paulo, Geraldo  Alkmin (PSDP-SP).

·      Para o lado do PMDB, o grupo do presidente Michel Temer não fala um pio,  em sucessão presidencial para 2018, e o presidente Michel Temer solicitou ao presidente Nacional do PSDB, Senador Aécio Neves, para não se antecipar em fazer lançamento de candidaturas. Porém,  entre os bastidores se cogitam que se o Planalto avançar nas reformas e os resultados até 2018 apresentarem sinais de recuperação da economia, com crescimento do PIB, queda da inflação, redução do ritmo de desemprego e aceitação do governo, é provável que surja uma composição natural, de consenso, PMDB e PSDB, sendo óbvio que os tucanos não irão abrir mão da cabeça de chapa, cabendo ao Planalto definir o nome para compor esta dobradinha, assegurando, assim, a governabilidade para  o quadriênio 2019/2022.

·   Pelo PSC aparece o polêmico  Deputado Federal Jair Messias Bolsonaro (PSC-RJ) que já está com seu bloco na rua e vem anunciando, aos quatro ventos, sua disposição em concorrer a Presidência da República em 2018.

· Para os fiéis escudeiros do Deputado Federal Jair Bolsonaro, a sua candidatura é uma realidade e ele já está percorrendo alguns estados da federação.  De acordo com um de seus apoiadores, Deputado Estadual Joel Harpa (PTN-PE), nesta última quinta-feira, no Aeroporto Gilberto Freire/Guararapes, Recife-PE, quando recepcionava o Deputado Federal Jair Bolsonaro, fez o seguinte depoimento: ...“A maior parte do assunto foi em torno de 2018. A pré-campanha (a presidência) do Deputado já vem forte e com essa volta dos ideais de direita, só tem a ser beneficiada”, disse Joel Harpa.

·  Para parte das redes sociais, através da participação de um significativo segmento social, que vem apostando no candidato Jair Bolsonaro (PSC-RJ), como  opção radical que se constitui numa alternativa oportuna para administrar com MÃOS DE FERRO e “TOLERÂNCIA ZERO” os destinos do Brasil, (no estilo Donald Trump, eleito presidente dos EUA, com uma campanha truculenta e atípica), capaz de combater o descalabro a que está mergulhado o Brasil, com uma corrupção sem precedentes em sua história, com  índices de criminalidade alarmantes e inadmissíveis, enquanto a população vive um verdadeiro pesadelo e um caos social, com taxa de desemprego de 11%, sem alternativas para sobreviver.

  “O erro da ditadura foi torturar e não matar!” 

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

PROJETO DE LEI Nº 280: FACA DE DOIS GUMES PARA LAVA JATO

Senadores Romero Jucá (PMDB-RR), líder do Governo no Senado, e Renan Calheiros (PMDB-AL), 
 presidente do Senado,  têm  interesses em aprovar o Projeto de Lei Nº 280.

O Senador e presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) tem pressa para que o Projeto de Lei do Senado, nº 280, de 2016, de autoria do Senador Romero Jucá (PMDB-RR), cujo teor trata de Direito Penal e Processual Penal, que define os crimes de abuso de autoriridades e dá outras providências seja aprovado, a toque de caixa.

No bojo do Projeto nº 280 nos deparamos com a seguinte Ementa:

“ Define os crimes de abuso de autoridade cometidos por membros de Poder ou Agente da Administração Pública, servidor público ou não, da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, que, no exercício de suas funções, ou a pretexto de exercê-las, abusa do poder que lhe foi conferido. Estabelece que a lei entra em vigor após 60 dias após a publicação”.

Quem não se recorda quando na adolescência nossos pais se utilizavam do leito principal dos rios, nos períodos de vazantes, e plantavam feijão, batata doce, milho e outros cereais – e quando surgiam as notícias de que os açudes estavam sangrando e que dentre poucas horas as águas iriam levar tudo – aí se colhiam tudo, às pressas, e de quaisquer jeitos?

Este exemplo ilustra muito bem o que está acontecendo com o presidente do Senado, Senador Renan Calheiros (PMDB-AL), e com os demais políticos que estão apostando todas as suas fichas para que este Projeto de Lei nº 280 seja votado e aprovado, em um tempo recorde, antes do recesso parlamentar, antes que a Lava Jato chegue e alague toda a plantação, cultivada, ao longo de tantos anos.

Caso este Projeto de Lei nº 280 seja votado e aprovado, de acordo com os objetivos construídos por seus idealizadores, quase todos os denunciados por delatores e outros nas fases de réus em Processos provenientes do Supremo Tribunal Federal (STF), com é o caso do presidente do Senado, Senador Renan Calheiros (PMDB-AL), como o autor do Projeto, Senador Romero Jucá (PMDB-RR), e, ao mesmo tempo, atual líder do Governo no Senado Federal, e de tantos outros, que iriam se beneficiar diretamente e num passe de mágica a própria Lei iria “estancar a sangria” e barrar a Operação Lava Jato.

A leitura que pode ser feita nesta conjuntura política é a seguinte:
Caso este Projeto de Lei Nº 280, em tramitação no Congresso Federal, seja votado e aprovado, conforme o texto atual, e se tivesse sido aprovado há alguns meses atrás, todas estas prisões, descritas, abaixo, não teriam ocorrido, tais como:

·      as prisões de Antônio Palocci (ex-ministro de Lula e de Dilma);
·         a do então Senador Delcídio do Amaral (PT—MS  e líder do PT no Senado Federal;
·         a do João Vacary Neto (ex-tesoureiro do PT);
·      a do ex-Deputado Federal e ex-presidente da Câmara  dos Deputados Eduardo Cunha;
·         as mais recentes prisões dos ex-governadores do estado do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho (16) e Sérgio Cabral (17).

Beneficiados por o mencionado Projeto de Lei Nº 280, em tramitação do Senado Federal, todos os demais que estão na corda bamba para serem presos, como Senadores, Deputados e outros, incluindo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva -  iriam ficar rindo do Supremo Tribunal Federal (STF), da Polícia Federal (PF) e  dos operadores da Operação Lava Jato,  e, por final, das caras dos pobres eleitores que os colocaram no poder e nos locais estratégicos e oportunos para que estes saqueassem o erário público, com até então tem feito com muito propriedade.

Muitos não entenderam a invasão que ocorreu nas dependências da Câmara dos Deputados, neste último 16 de novembro, quando um grupo de manifestantes adentrou no Plenário da Câmara dos Deputados  e pisoteou à Mesa do Plenário, em plena realização de uma Sessão Ordinária, com palavras de ordem e pedindo uma intervenção militar, já.

A leitura que se faz deste gesto de indignação por parte de um grupo isolado, pode ser interpretada como o ‘transbordar da gota d’água’, em decorrência de tantos casuísmos e de centenas de manobras excusas realizadas por os parlamentares para manterem seus ‘status quo’, em detrimento dos interesses e bem estar da população.


Transbordar da gota d’água


MORAL DA HISTÓRIA

Antes que as águas cheguem às lavouras e as destruam tudo e lhes causem prejuízos materiais, os produtores rurais e ribeirinhos que aproveitam as vazantes dos rios, com culturas periódicas, de curto período, para manter o sustento de suas famílias, costumam fazer a colheita, de qualquer modo, e sempre aproveitam uma parte.

Antes que os operadores da Operação Lava Jato decretem as prisões dos denunciados por Delações Premiadas e os que se tornaram réus junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), estes políticos querem aprovar o Projeto de Lei Nº 280, que em sua essência existe uma evidente suspeita de outras intenções “estancar a sangria” com a redução dos poderes da Polícia Federal (PF) e dos Operadores da Operação Lava Jato, e, assim, ficarem livres e imunes de penas, de prisões, de detenções e de devoluções de milhões de dólares, saqueados abusivamente do erário público.

A lista de denunciados na Operação Lava Jato é bastante extensa e continua crescendo, envolvendo desde executivos de empreiteiras e seus principais Diretores; de políticos de diversos partidos, incluindo ex-Tesoureiros do PT, marqueteiros de campanhas políticas e esposas; não escapando nem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e familiares, considerado pelos Operadores pela coordenação da Operação Lava Jato como o líder maior do esquema de corrupção; doleiros, diretores de estatais e familiares de diversos apenados.

terça-feira, 8 de novembro de 2016

ELEIÇÕES NOS ESTADOS UNIDOS: HILLARY CLINTON OU DONALD TRUMP?

          
          Nunca antes na história dos EUA uma campanha presidencial fora tão acirrada, tão disputada e com tantos bilhões de dólares desperdiçados que dariam para amenizar a fome na face da terra.

Ao considerar os intensivos bombardeios de acusações -- e, diga-se de passagem, com o baixo nível de uso da artilharia pesada disparada nas tempestivas acusações  por parte do destemperado e mau humorado milionário candidato do Partido Republicado, Donand Trump,  quando se pode afirmar que estas eleições ficarão marcadas nos anais da história americana como uma disputa presidencial atípica e aética, sem precedentes, desde os primórdios das disputas políticas, em todos os tempos, em solo americano.

Todas a acusações do candidato Republicano Donald Trump foram  amortizadas e defendidas com os contra-ataques, quase sempre éticos, compatíveis com a formação ética-política da candidata do Partido Democrata, Hillary Clinton, que perdeu um significativo dividendo político em ‘ser descuidada’ quando utilizou uma caixa eletrônica particular para se comunicar com interesses políticos, enquanto ocupava o cargo de secretária de Estado do governo de Barack Obama, entre janeiro de 2009 a fevereiro de 2013.

A performance política da candidata do Partido Democrata Hillary Clinton é do conhecimento de todos, desde à Primavera Árabe à determinação em concorrer as prévias para se tornar candidata oficial para concorrer as eleições presidenciais dos Estados Unidos da América e, assim, se tornar a primeira mulher americana a ousar tamanha façanha.

As estratégias políticas do candidato republicano Donand Trump tem o objetivo de desestabilizar o adversário, com acusações pesadas, de cunho quase sempre pessoal, em detrimento das propostas de governo e do elevado nível de uma campanha político presidencial, com vistas a ocupar o mais alto cargo de um país reconhecidamente considerado como uma das maiores  potências do planeta, incompatível com as pretensões políticas para se tornar o maior mandatário, dentre todos os continentes.

Caso se confirme o anúncio de ataque terrorista divulgado pela agência SITE, de acordo com a norte-americana Rita Katz, de que ‘o Estado Islâmico deu orientações para ataques a fim de tumultuar o processo eleitoral e conquistar a atenção da impressa’ a população americana pode a qualquer momento ser vítima de um atentado terrorista e até atrapalhar ou comprometer as eleições presidências nos Estados Unidos da América previstas para este 8 de novembro de 2016.

Ao se considerar que nas eleições nos Estados Unidos da América o eleitor não tem a obrigação constitucional em votar, os partidários do Estado Islâmico veicularam em seus canais e redes sociais, neste último dia 7, mensagens solicitando para que os muçulmanos não compareçam às urnas neste pleito à Casa Branca, tendo como candidatos a democrata Hillary Clinton e o republicano Donald Trump.

Considerada com a campanha mais cara e mais negativa na história americana, a disputa virou saco de pancadas para os dois lados e de acordo com as pesquisas divulgadas nesta última segunda-feira (7), com 1.763 possíveis eleitores, apontam a candidata Hiillary Clinton com um percentual de 47% das intenções de votos, a 43% sobre o candidato republicano Donald Trump.

Se confirmada a eficiência destas pesquisas de intenções de votos publicadas às vésperas das eleições nos EUA a candidata Democrata Hillary Clinton será eleita com uma margem bastante apertada de votos e, assim, se tornará a primeira mulher americana a ocupar a Casa Branca por duas vezes: a primeira como primeira Dama, na condição de esposa do ex-presidente Bill Clinton, e, agora, como presidente dos EUA.

Tanto os Democratas, quantos os Republicanos apostam todas suas ficham e estão confiantes em vitórias.

Quando uma disputa é tão acirrada e não se tem certezas, nem dúvidas, e nem favoritos de ganhadores e de perdedores, o resultado mais lógico seria um empate, não se esquecendo de que em determinados empates têm pesos de derrotas.

Narra uma fábula grega que os passarinhos não costumar mentir, algumas vezes podem se enganar.

Nestes dias de muitos barulhos e de muitas algazarras, os passarinhos estão anunciando em regozijo que a Hillary Clinton vai ganhar com uma margem tão apertada de votos que o atordoado bilionário Donald Trump surpreendido e não querendo aceitar a derrota, com já falara que irá ganhar as eleições americanas, neste dia 8 de novembro de 2016,, chegará a surpreender e a solicitar uma recontagem de votos, e de acordo com a constituição americana dispositivos constitucionais estão aí para lhe apoiar e acatar esta solicitação.

Aguardem os resultados das urnas e vejam que bicho vai dar.
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quinta-feira, 27 de outubro de 2016

O BRASIL É REALMENTE UMA SIGLA


B - BRAVOS
  R - RAPAZES
                                                       A - APROVEITADORES
                                                       S -  SUGARAM
                                                        I -  IRRESPONSAVELMENTE
                                                        L-  LEITE DAS TETAS 

              Não temos notícias de que em nenhum país do planeta tenha proliferado um sistema de corrupção em nível semelhante ao que se instalou e se intensificou no Brasil, que possa se assemelhar ou superar ao aqui aprimorado – quando se contata que em quase todas as engrenagens da máquina administrativa, são encontrados focos, detonações e explosões de corrupção --, dando-se a sensação de estarmos diante de uma mineradora se utilizando de dinamites ou de um organismo cancerígeno, em metástase, e em fase terminal.

            Todo país necessita de um líder real, que esta liderança seja alicerçada na sabedoria, na inteligência, na probidade, na determinação e na obstinação em servir a causa pública, ao contrário de vários líderes que até então se apresentaram, fantasiados de salvadores da pátria, de benfeitores, quando de fato foram lobos, vestidos com pele de cordeiro, e se constituindo como verdadeiros adversários da população e de inimigos do Brasil.

A história recente no Brasil tem mostrado, de forma categórica e inquestionável, que as grandes promessas que se apresentaram como salvadoras da Pátria e que tiveram votações expressivas, depois, decepcionaram a todos, e se podem citar: Jânio da Silva Quadros, um político populista e habilidoso, foi eleito com uma maioria esmagadora de votos do eleitorado do Brasil, tendo como símbolo “a vassoura” com a promessa de varrer a corrupção do país.

Após sua eleição teve a proeza em condecorar Che Guevara, então ministro da Indústria de Cuba, com o Título de Grã Cruz da Ordem Nacional em 1961, um guerrilheiro e não aceito por países de regime democrático com o Brasil, entrando em confronto direto com as Forças Armadas do Brasil e, logo em seguida, com pouca mais de sete (7) meses de mandato, entre excessos de delírios e superstições, alegando que “forças ocultas iriam destroná-lo do poder, renunciou o mandato, sendo sucedido por João Belquior Marques Goulart, o vice eleito, que naquela oportunidade fora votado, sendo vice da chapa adversária, que por suas proezas e ideias esquerdistas, na ótica dos militares, o depuseram do cargo no dia 31 de março de 1964.

A partir desta data, o Brasil viveu ‘OS ANOS DE CHUMBO’, uma nova fase da história do Brasil conhecida como o ciclo da Ditadura Militar -- que durou até a eleição indireta de Tancredo Neves e a posse de seu Vice, José Sarney, em decorrência da morte do titular, na véspera de sua posse. José Sarney assumiu a Presidência da República no dia 15 de março de 1985 até 15 de março de 1990.

Como o Governo do presidente José Sarney foi marcado por vários focos de corrupção, passando por uma recessão econômica, com a criação do Plano Cruzado, desabastecimento dos supermercados, insatisfação popular e um verdadeiro caos social, em todos os níveis, o Brasil volta a conviver com um novo período  de euforia e de esperança com a candidatura de um candidato novo, identificado com as elites e apoiado por parte da mídia eletrônica, escrita, falada e televisada, quando o cognominaram com a bandeira de “O CAÇADOR DE MARAJÁ” Fernando Collor de Melo (PRN-AL) – sendo eleito em dois turnos e que com pouco mais de dois anos de mandato sofreu um processo de Impeachment, acusado de corrupção, ativa e passiva, sendo sucedido por seu vice Itamar Franco para completar o seu mandato.

A partir de 2003 a maio de 2015, o Brasil viveu sob o domínio do Partido dos Trabalhadores (PT) que dentre todos os males o que mais se destacou foi a corrupção generalizada, conhecido como ‘PERÍODO VERMELHO DA HISTÓRIA DO BRASIL’, nunca visto antes na história de toda a República Federativa do Brasil, passando por todos os sistemas de governo, desde seu descobrimento em 1500, ate nossos dias.

O atual momento em que atravessa o Brasil, iniciado com o início do segundo mandato da então presidente Dilma Rousseff e agravado até o seu Impeachment, no dia 31 de agosto de 2016, e a posse de seu vice Michel Temer, de acordo com dispositivos da Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 1988, que assumiu um país em convulsão social, com uma crise política, econômica e social, agravada com um estágio de corrupção sem precedentes em toda história política do país, com poucas chances de recuperação, a curto e médio prazos, e de sobrevivência, quando se pode comparar a um paciente moribundo hospitalizado na UTI, sem responder os principais sinais vitais, com crise acentuada por todos os lados e, agora, para concluir o caos, surge a crise institucional, entre os principais poderes que sustentam as pilastras da República: o Poder Executivo; o Poder Legislativo e o Poder Judiciário estão se digladiando,  um querendo devorar o outro, em benefício do agravamento da crise e em detrimento da harmonia institucional entre os poderes constituídos, quando se pode chamar ‘O PERÍODO DA INCERTEZA’.

Se a situação do país estava insustentável, agora agravada com os reflexos do desfecho da CPI da PETROBRAS, e os depoimentos de prováveis delatores acusados de propinas, membros de empreiteiras e políticos presos que se propõem fazerem Delações Premiados em troca de benefícios e de executivos de diversas empresas não se tem a dimensão do estrago político que estas novas revelações possam fazer com as estrutura da República, podendo até provocar rachadoras nas paredes e chegar a implosões de colunas de sustentação e até de desmoronamento, em todos os setores da administração federal.

Cada vez que a crise se agrava no Brasil, se percebe que a população está necessitando mais do que antes de novas lideranças, de um salvador da pátria, com o perfil antes traçado: verdadeiro, sem truques, sem máscaras, sem mentiras e sem fantasias e que combata a corrupção de frente, que promova as reformas que o pais tanto necessita e que ofereça um emprego digno e que proporcione dignidade para a população que tanto espera e é merecedora.

Certa vez o Deputado Ulisses Guimarães parafraseou um autor desconhecido e afirmou: ‘O tempo é o senhor da verdade’.


Agora, eu vou parafrasear  a paráfrase: o tempo irá mostrar a verdade verdadeira.





sábado, 22 de outubro de 2016

BOB DYLAN RECUSA PRÊMIO NOBEL DE LITERATURA: ARROGÂNCIA E COERÊNCIA

Cantor e compositor Bob Dylan canta em Las Vegas a canção de Frank Sinatra
Why try to change me now ? Por que querem me mudar agora?

     Diante da indiferença  com que o cantor e compositor Bob Dylan recebeu a notícia de que havia sido laureado com o Prêmio Nobel de Literatura, da Real Academia Sueca de Ciências, o acadêmico Pär Per Wästberg falou: "É mal-educado e arrogante, é o que é", declarou o acadêmico, cujo desabafo fora publicado pela televisão pública SVT.
             
            A festa de entrega do Prêmio Nobel de 2016, que  ocorrerá no dia 10 de dezembro em Estocolmo e, segundo o acadêmico e porta-voz da Real Academia Sueca de Ciências, Pär Per Wästberg, o cantor e compositor  Bob Dylan pode se manifestar até à festa e receber a premiação.

                De acordo com o histórico da Real Academia Sueca de Ciências, em 1921 o físico Albert Einstein, também, após ser comunicado que fora laureado com o Prêmio Nobel da Real Academia Sueca de Ciências, com o Prêmio Nobel de Física, ignorou os acadêmicos e recusou em participar da festa de premiação.

            Fato semelhante ocorreu com o escritor e filósofo francês Jean-Paul Sartre, em 1964, que sem explicação recusou o Prêmio Nobel de Literatura.

            Quais foram os critérios e os motivos que levaram a Real Academia Sueca de Ciências outorgar ao cantor e compositor Bob Dylan o Prêmio Nobel de Literatura?

            Como justificativas para a Real Academia Sueca conceder o mencionado Prêmio Nobel a Bob Dylan acredita-se que tiveram os seguintes pontos relevantes:

·     Criador de expressões poéticas da grande tradição de canção americana;
·  Conteúdo literário de suas canções country, de acordo com a cultura americana;
·     Identidade popular das letras, músicas e de seu estilo country;
·     Atual conjuntura política e econômica que atravessam os Estados Unidos.

Em 2012, Bob Dylan foi condecorado pela Presidência dos Estados Unidos com o Prêmio Medalha Presidencial da Liberdade, recebendo a premiação das mãos do presidente Barack Obama.

                            Bob Dylan é condecorado pelo presidente dos Estados Unidos Barack Obama,.                                            Outras premiações tiveram destaques na carreira de Bob Dylan, a exemplo do Oscar, Grammy e o Globo de Ouro e, agora, com o Prêmio Nobel de Literatura, fizeram com que o cantor e compositor se tornasse o único artista da história a ganhar todos esses Prêmios.

De acordo com a mídia, no dia em que foi anunciado o resultado da premiação Bob Dylan realizava um show em Las Vegas quando cantou a música de Frank Sinatra, Why try to change me now? (Por que querem me mudar agora?) e nada falou para seu público, numa alusão de que não aceitaria receber tal premiação.

Como um artista do nível de Bob Dylan se torna merecedor em ser laureado com o título do nível de um Prêmio Nobel de Literatura?

Para esta pergunta, se torna necessário se conhecer profundamente os critérios estabelecidos pela Real Academia Sueca de Ciências para se ousar a responder esta pergunta.

Para tanto, temos convicção de que alguns critérios devam ser decisivos, tais como:
O conjunto da obra do candidato postulante, na área de sua militância;
A vida pessoal e a conjuntura política, econômica e social do país;
A influência política e ideologia do postulante e até suas amizades pessoais.

PENSAMENTO DO MÊS

Quem acredita  que o conjunto da obra do cantor e compositor Bob Dylan faça jus e seja merecedor em ser outorgada com o Prêmio Nobel de Literatura, da Real Academia Sueca de Ciências, eu respeito. 
Porém, penso o contrário e concordo em gênero, número e grau com o próprio laureado  – por, também, ser  realista, honesto e consciente em saber que não é merecedor de tal premiação e, em silêncio, recusá-lo
           






sexta-feira, 21 de outubro de 2016

O PORQUÊ DA PRISÃO DE EDUARDO CUNHA: ESTRATÉGIAS DE SUN TZU

                                 Eduardo Cunha atrás das grades.


        De acordo com o livro A ARTE DA GUERRA, um tratado de estratégias militares, em 13 Capítulos, escrito no século IV a.C, pelo estrategista militar, cujo nome ficou famoso no mundo das guerras como SUN TZU, considerado por muitos como a Bíblia da Estratégia.

Esta obra de cunho estratégico foi difundida e adotada em todos os continentes, com sucesso no mundo dos negócios, convencendo pessoas e mercados, tornam-se indispensáveis que para se chegar ao alvo de uma operação todos os obstáculos sejam conhecidos e removidos, por ordem de grandeza, até tornar visível a crista e sem alternativas para recuo ou fuga do adversário.

Atrás das grades, o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), agora, pássaro preso,  irá, sem dúvidas, querer abrir o bico e sacudir suas asas, muito breve, e propor ao Ministério Público Federal fazer uma Delação Premiada, em troca de redução de pena e de prisão domiciliar.

   Em assim sendo, a República será virada de ponta cabeça e voará pena por todos os lados, se assemelhando a um galinheiro após sofrer um ataque fulminante de vários gambás, que no conhecimento popular são chamados de mucuras (Didelphis aurita).  

            Quando o QG na Operação Lava Jato, comandado pelo Juiz Federal Sérgio Moro, publicou o edital determinando efetuar a prisão do ex-presidente da Câmara dos Deputados e ex-deputado Federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) ele tinha consciência de que o ex-parlamentar não ofereceria nenhum risco as investigações, até porque tudo que a PF queria saber sobre as espertezas deste político, de mil e uma proezas, já foram investigados, no decorrer do processo de sua cassação.

Entende-se, perfeitamente, a estratégia desta prisão, por várias razões, exceto esta divulgada neste 19 de outubro. De acordo com o entendimento do Ministério Público Federal ‘a liberdade de Cunha poderia colocar em risco a instrução do processo e a ordem pública’.

Para o MPF ‘destacam ainda o perigo de o deputado afastado fugir do país por ter recursos ocultos no exterior e dupla nacionalidade ( italiana e brasileira)’.

Com a prisão de Eduardo Cunha, o Delegado Federal Sérgio Moro matou três coelhos com uma única cajadada:

·    no primeiro momento, retirou de circulação um político habilidoso, maquiavélico e estrategista político, com uma trajetória de décadas de vitórias, de peripécias, de denúncias de corrupção, ativa e passiva, respeitado por seus aliados e adversários e por desviar milhões de reais dos cofres públicos;

·        por outro lado, em provar que as denúncias e prisões provenientes da Operação Lava Jato não são seletivas, como insistem em acusar os partidários e ferrenhos defensores do Partido dos Trabalhadores (PT);

·  no terceiro, a prisão preventiva do ex-deputado Eduardo Cunha tem caráter indeterminando, teoricamente, e podendo cumprir esta pena em regime fechado, sem regalias, e ser complementado com o tempo que for necessário de cumprimento de pena, proveniente no pós-julgamento.

Na Arte da Guerra é considerado prioridade a importância da simulação: “uma operação militar envolve simulação. Mesmo sendo competente, mostra-se incompetente. Embora eficiente, aparenta ser ineficiente”. É como o Tao-Te King recomenda: “Quem tem muita habilidade mostra-se inapto. O elemento surpresa é tão necessário para a vitória”.

A Arte da Guerra passa a analisar a importância fundamental da simulação.


LULA É O ALVO DO TIRO

Como estrategista em suas investigações e nas condenações e execuções ‘de seus clientes delinquentes’, o Juiz Sérgio Moro utiliza a prisão do ex-deputado Eduardo Cunha como uma lubrificação e amortização para chegar, naturalmente, à prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva -- tão esperada por seus opositores e detestada por seus seguidores --, a fim de completar o conjunto de sua obra, que é a de por atrás das grades os principais infratores e inimigos do Brasil -- que se apropriaram de forma covarde e oportunista de recursos do erário público, em detrimento do povo brasileiro, tendo como alvo principal o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que na ótica do MPF é o inimigo NÚMERO UM do Brasil.


O próprio ex-presidente Lula tem plena consciência de que mais cedo ou mais tarde terá sua prisão preventiva decretada pelo Juiz Federal Sérgio Moro e que seus aliados têm que entender que todos são iguais, de acordo com dispositivos da Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 1988.